Como os viajantes podem se prevenir da gripe suína

gripe-suina-casal-mascara-cumbica-4362Evitar viagens a destinos em que já foram detectados casos de pessoas contaminadas pela gripe suína, principalmente México e Estados Unidos, é a primeira orientação de Jaime Rocha, infectologista da DASA e especialista em Medicina do Viajante. Se a viagem é obrigatória, deve-se saber se a cidade de destino registra casos da doença.

Rocha lembra que, em capitais, o risco é maior e, por isso, a rotina de viagem deve ser diferente. “Quanto mais isolado o viajante conseguir ficar, melhor. É preciso evitar aglomerações, como meios de transporte coletivos, shows ou museus”, diz o especialista.

O infectologista reforça que o Ministério da Saúde já começou um Plano de Contingência e Controle da doença, principalmente nos portos e aeroportos nacionais. O objetivo é realizar uma vigilância da doença por meio da detecção precoce de possíveis casos suspeitos. Estas ações serão intensificadas nos voos provenientes do México. “Mas, como há casos relatados também em outros países, a vigilância é praticamente geral”, reforça Rocha.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também anunciou que em breve os viajantes procedentes das áreas afetadas pela gripe suína receberão, ao desembarcar, um folder educativo com informações sobre sintomas, medidas de proteção e higiene e orientações para procurar assistência médica. Se houver suspeitos casos da gripe suína no avião, funcionários da Anvisa encaminharão um médico ao local para evitar que o passageiro tenha contato com outras pessoas no aeroporto.

As recomendações que estão sendo fornecidas pelo Ministério da Saúde são:

Aos viajantes que se destinam às áreas afetadas:

Evitar locais com aglomeração de pessoas;

Evitar o contato direto com pessoas doentes;

Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável;

Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar;

Evitar tocar olhos, nariz ou boca;

Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;

Usar máscaras cirúrgicas descartáveis durante toda a permanência em áreas afetadas e substituí-las sempre que necessário;

Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes às áreas afetadas;

Não usar medicamentos sem orientação médica.

Aos viajantes procedentes das áreas afetadas que apresentam sintomas da doença:

Procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima;

Informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.

Crédito da imagem: http://www.abril.com.br

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